Olhos-céu-zul-amanhecendo

Olhos-céu-zul-amanhecendo(Olhos-céu-zul-amanhecendo como esse que me recebe em casa
Selvagens pensamentos, mas sutil me abraça
Um carinho em sua Alma vai abrir-lhe as asas)
Pele coberta de nuvens (flor fechada no canto resiste)
As volúpicas cores das pétalas já não insinuem
com medo de atrair sentimentos desbotados
Pediu que eu a lesse – reencontros de assuntos por acontecer
(parecidos afinal)
Nesses dias claros
(andando na íris)
Só não falei sobre preferir você pelo o que não possuo
(amante nesse consultório-psiquê)
Espalhando sua Luz… lápis-lazúli… seu corpo líquido… Len’sol’
Em pleno êxtase de sua beatitude bêbada
((amor veraneio) Pólen-rosa de efeito curto))
Voejam sopros do ar… e se foi… com prazer de se abrir
(o acaso planejou esse futuro)
Agora novamente a pé de planeta em planeta…
Hoje nesse jardim outro… (você me pôs)… irresistível…
… onde minha saudade quebrada é da cor celeste
(e nem borrou seu rímel)
E na voz dela: “diz que fui por aí”

Rafael Borges

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