os abraços crescem.

os abraços crescem.
quando há silêncio, quando o ar está ensopado de trevos de quatro folhas, quando o sangue desperta feitiços de licor.
os abraços crescem, sim. alguns ficam enormes. imensos de não caberem nos próprios braços.
crescem. há neles uma ambição de brisa e búzio: tocar a pele por inteiro, guardar o teu corpo dentro, muito dentro.

Kha Tembe

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