86. da estação das águas

O trieiro até o rio era cercado pelo verde da mata… O orvalho da madrugada beijava o capim e o vento cantava sinfonia…

Os pés, molhados, era o convite para a dança com a natureza.

A chuva espalha nos dias mais devagar e a estação quase se despede. O sol demora dentro das horas e já dá para tomar banho no rio e ficar a espreitar o volume de água nas cachoeiras.

A natureza nos presenteia com as jóias a balançar no capim…

E a vida acontece em ritmo de aventuras no quintal.

Mariana Gouveia

86. da estação das águas

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