108. dos dias aleatórios de Abril

Lembrava da chuva na poça d’água e pouso do pássaro o aconchego do voo.

Havia um tempo dentro da estação e o equilíbrio vivo na fé.

O dia da força da natureza, a leveza do riso do sobrinho e saudade escolhida a dedo.

Os bibelôs intactos na instante e a solidez nos vãos di quintal.

Não existe um dia fora dele mesmo junto da imperfeição…
Mariana Gouveia

108. dos dias aleatórios de Abril

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