153. da geografia das coisas

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Adivinhou a sorte de um homem tranquilo. O vento a invadir a pele e o frio inquilino entrou devagar nos quartos onde a cortina dançava. O sol a desvendar mistérios atrás das nuvens.

Limpei o sol dentro das nuvens e um carrossel era brincadeira de criança dentro de um azulejo bordado. O espelho a esconder geometricamente a figura exposta dentro da solidão.

O perfil do instante marcado na folha que balança, na flor que se abre e o azul a espraiar vontade nos dias em que o relevo marca a digital.

Havia pegadas na terra fofa e o mapa feito para as ruas do norte e o azul a espraiar vontades e o dia acabando em solidão, enquanto a noite adormece dentro da flor… e o azul…ah, azul!

Mariana Gouveia
153. da geografia das coisas

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4 comentários em “153. da geografia das coisas

  1. A tua poesia… Ah, a tua poesia! ❤

    Curtido por 1 pessoa

  2. Lunna Guedes disse:

    Ainda estou a girar no carrossel do azulejo. Aí aí ai

    Curtido por 1 pessoa

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