162. da geografia das coisas

A solidão das horas veste o verbo do dia. Um homem conta na TV como abraçar uma árvore.
Se emociona quando repete os gestos feitos há muito tempo.
A vida é uma poesia para ser vivida.
A sorte aparece descrita na folha. A expectativa da viagem anotada nos mapas…
No equilíbrio cronológico do dia bebe – se o néctar das flores.
Só há um único saber entre o plantio e a colheita.

Mariana Gouveia
162. da geografia das coisas

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4 comentários em “162. da geografia das coisas

  1. annabbergo disse:

    Olá, te fiz uma indicação aqui:
    https://annabbergo.wordpress.com/2017/06/12/mystery-blogger-award/
    Te indiquei ao “The Mistery Blogger Award”.

    Curtir

  2. Lunna Guedes disse:

    Fiquei um bom par de minutos detida na frase inicial, só depois segui pelo caminho a passos lentos e fui visitando os lugares. Abracei árvores, peguei sementes em mãos e agora observo o chão, que não está pronto e nem é epoca para plantio. rs

    Curtido por 1 pessoa

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