164. da geografia das coisas

Há o abandono nato das asas que voas.
O pássaro não veio. Ela não quer falar. O cansaço das horas vazias. A espera das horas em que não veio.
A solidão é dentro da gente.
Tanta intensidade até na palavra vazio. O vento empurra o meio do nada.
Às vezes, é preciso entender os silêncios;

Mariana Gouveia
164. da geografia das coisas

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Um comentário em “164. da geografia das coisas

  1. Eu sou uma que precisa do silêncio. Através dele me equilibro, me reconheço e consigo entender um pouco do caos externo. Lindo texto! Bjs

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