169. da geografia das coisas


Confiava no gesto e na alegria das coisas. Tudo geograficamente na memória.

A infância na leveza da vida. O dia expandindo o dourado pelos campos.

Tudo semeia pela pele a absolvição da acolhida.

É o retorno do que já vivi.

Mariana Gouveia

169. da geografia das coisas

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Um comentário em “169. da geografia das coisas

  1. Lunna Guedes disse:

    A saudade se aconchegou cá na pele…
    ai ai ai

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