181. da geografia das coisas

Não foi a mudança na meteorologia que trouxe o vento, nem a estação nova que se aproximou.

Tudo era uma coisa assim quase névoa, pouso.

Havia o propósito de colocar as orações em dia. A solidão é essa invasão dentro da verdade. O homem só, mostra a companhia das coisas. Conhece o vento pelo nome e sabe o dia certo que vai chover e nunca viu a previsão do tempo na TV.

A brisa é tal como a felicidade, é um produto derivado e não vem todo de uma vez.

Para ele é indispensável esse ar, solúvel e palpável.  Para ele, a ave é presságio de sorte. Alguém disse hoje que vai chover e foi de novo o dia da dor.

 

Mariana Gouveia
181. da geografia das coisas

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2 comentários em “181. da geografia das coisas

  1. Há brisa calma e morna, quando preciso. E há certeza que sempre vem.

    Curtido por 1 pessoa

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