202. da autonomia dos voos

Contou o verbo do dia. Perdeu – se. E ainda era o avesso da dor. E era ninho e abraço.
Dá para prender voo dentro de gaiola? O infinito é logo ali…
E de romãs tingiram as cortinas. Do sonho que revolve o mundo, tem as flores respingadas de asas. A vida é escondida em aves. E o ninho cabe a solidão a dois.

A voz a ecoar canções que de novo só repetirá quando o gravador sentir saudades de um tempo de amor.

Quando fechei a carta e o envelope travou nas palavras que diziam que era amor.

Eu escrevia sem deixar de prestar atenção à nuvens.Há casas que são feitas para os chocolates feitos em noites frias – quentes – e a delicadeza era um lugarr bordado no bastidor.

Para mim, a vida é essa oração. De dois, quando tudo se resume em presença e vontade,

Éramos viajantes em um céu que abriga peregrinos em seu espaço aéreo.

O meu amor humano tem instinto de céu e de asas

Mariana Gouveia

202. da autonomia dos voos

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2 comentários em “202. da autonomia dos voos

  1. Asas sabem ser ninho!

    Curtido por 1 pessoa

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