206. da autonomia dos voos

A vida é essa corrente de ar. Ao mesmo tempo que prende, dá a liberdade. Os quandos descritos nas receitas e nos diagnósticos claros de poesia.
A pele solta na oscilação do tempo. A asa é essa obscuridade da mão que oferece colo.
Você, por acaso sabe quando o tempo determina as eras? Quando a pergunta do porque eu é apenas a resposta do porque sim?
Um dia, o amor vem em movimentos de abraços.
A vida é esse carrocel sem controle e sem luzes piscando – tirando as asas dos insetos tantos – e no meu jardim, a mão quase toque…
O lugar é esse mesmo caos dentro da gente. Podia ser um nome, qualquer coisa. Podia ser apenas esperança e que eu pudesse tocá-la e oferecer como vontade.
Mariana Gouveia
206. da autonomia dos voos
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