332. das fragilidades secretas

Bambina mia,

 

Descobri que as esperas são vermelhas – e a saudade, idem – e são intermináveis em dias sem chuva.
O sol de meio dia, assim a pino, e as delicadeza do tempo virando nuvens.

Pode ser que chova mais tarde – o dia é longo – e a previsão é uma encenação da moça do tempo – pode chover a qualquer momento – e as flores se preparam para serem refúgio das vidas minimas que andam por aqui.
O vento traz o cheiro de assado da redondeza. Na rua de cima, uma criança brinca de nascer. E amanhã, a vida acontece mais uma vez dentro dos dias, no seu dia.
Enquanto te espero – e anseio por tuas palavras, dentro do tuo vermelho – o carteiro suspira e solta um ” valha – me, Deus! ” e choveu… primeiro, você chegou em meio aos trovões  e logo uma chuva mansa colocou o cinza para além das janelas. Lembrei-me de que amanhã é teu dia e que a delicadeza começou a surgir rubro em tua janela, na última vez que nos vimos. Converso com o Universo em um eterno agradecer por tê-la colocado em meu caminho.
Que tuo cuore seja sempre feliz. com a emoção a estampar o amor em teu riso!
Que mais posso desejar senão que tua vida seja de emoção?
Feliz tudo!
Bacio
Mariana Gouveia
332. das fragilidades secretas

2 comentários em “332. das fragilidades secretas

  1. Lunna Guedes disse:

    Fiquei a suspirar lembranças, abraços e o teu olhar. Grazie cara mia

    Curtido por 1 pessoa

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