350. dos verbos indefinidos

Era essa a maneira de nos encontrarmos.

A fluidez do líquido – e  a água – nas histórias contadas.
A parte do humano quase real – os ossos, a pele – ardendo em febre e a solidez do dia.
A colheita sendo parte da história. A moça de branco na ligação que não atendi. O diagnóstico mudado no envelope.
Era o amanhecer um dia típico. como a selva nas palavras que li e o jardim transversal era uma coragem dentro do medo.
Na ponta da unha, a cor. O carmim a exalar essências quando o sangue é tudo rubro.
Ausência… seu nome é quando?
A tatuagem invisível entre a primavera e outra estação.
Meu medo estampado nos tecidos da cortina e a rua de cima feita de silêncios.
Mariana Gouveia
350. dos verbos indefinidos
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.