Encontro Lunar

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Sábado a noite a vida esconde no sofá. Virou rotinas os esconderijos todos.
Capta-se vontades de apenas ser e estar. O sábado acontece quente. Não venta, mas há prenúncio de chuva. E há previsão dela na meteorologia. Ainda trabalho, na espera das imagens que devem chegar. Mas, o que vejo são imagens que alegram a noite. Penso na sua noite. Você deve estar entre linhas e folhas a costurar sonhos em forma de palavras.
A lua –  Lunna tu, e me vem a canção de Bocelli –  está quase que uma fatia de queijo. Oscila para o lado do Oeste e vai ao encontro do sol.
Será que meia-noite eles se encontram?

Mariana Gouveia

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Sem romantismo…

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aceito flores, beijos e anéis à contragosto, e em ultimo caso, motéis.
Mas não me venha com suítes!
Que romantismo tem limites.

Martha Medeiros

Sorte tem, quem acredita nela

Sorte tem quem acredita nela.
De repente a sorte está ao alcance da mão.
O espelho quebrou. A luz queimou e a tampa da margarina cai justamente virada para baixo.
A lei de Newton que teimo em não seguir.
A cigana disse que vou encontrar alguém especial, justo no dia em que me encontrei no pedaço quebrado do espelho.
Sorte tem quem acredita nela. E como diz uma amiga que chama Felicidade, inclusive, tô fazendo figa com as duas mãos. Peraí, caiu o celular.

Mariana Gouveia